Crescer com pressa de sair de casa aos 15 anos, de vencer e de ser «alguém». Mas, entre a liderança e a solidão, foi preciso travar a fundo.
O medo de não viver o suficiente e o peso de sentir demais num mundo que sente de menos nem sempre são falados com a abertura necessária.
Sem linearidade, surge a descoberta de que a verdadeira eternidade não está em nunca morrer, mas na forma como escolhemos amar.
Este livro é um convite aos que amam sem medida, choram sem vergonha e se recusam a passar pela vida em silêncio.
Para ler devagar. Para sentir depressa.
Para quem tem apenas um medo: morrer sem ter vivido verdadeiramente.