Diana é uma adolescente de quase quinze anos em abril de 2020, quando algo que escreve tem o poder de a salvar do apartamento em que via a mãe ser vítima de violência doméstica, em Coimbra. De regresso a Braga, a jovem embarca numa intrigante viagem de autodescoberta, partilhada num diário para a antiga melhor amiga, Luana, com a qual só através dele realmente comunica.
A par de impasses na relação com a família ou da entrada no secundário, que a leva a apaixonar-se pelo único colega com o qual se consegue conectar, Diana começa a explorar a forma como os mundos que formam cada um de nós se encaixam - ou não - no universo que temos em comum: o da Humanidade.
Neste primeiro de dois volumes, passado no ano mais transformativo dos nossos tempos, são já realizadas estimulantes críticas a diversos aspetos da sociedade portuguesa atual e ao individualismo do ser humano, com passagens que nos inspirarão a todos.