De acordo com o historiador Lucien Febvre, a história faz-se a partir de documentos escritos, quando existem. Mas também se pode fazer de outras formas, competindo ao narrador o engenho …" para fabricar o seu mel, à falta das flores habituais". De entre os modos de reconstruir a história, incluem-se as múltiplas formas de expressão utilizadas pelo homem e que o caracterizaram.
Neste trabalho o narrador socorreu-se de todo um espólio artístico muito disperso, como forma de prestar tributo à memória do Homem, Pai, Marido e Artista que foi Mestre Artur Guimarães. O objectivo é que a sua memória e arte não caiam nas brumas do esquecimento e constituam o embrião de um reconhecimento perene que a comunidade lhe deve.