Os dias da Jornada falaram por si, excedendo os comentários que se pudessem fazer. Retenho dois momentos que me impressionaram vivamente: os silêncios em que mergulhou a multidão juvenil, quer na Via-Sacra, quer na Vigília, sem que ninguém os pedisse e com uma sincronia só marcada por algo - ou Alguém! - a um nível mais profundo. E as trocas de olhares entre quem se aglomerava por quilómetros e quilómetros à passagem do carro papal e o próprio Papa, incansável em retribuir, acenar, corresponder.