O conjunto de estórias que constituem o livro são descrições mais ou menos rigorosas de episódios vividos por mim e pelos meus colegas, durante seis anos de gestão de uma Escola, entre 1978 e 1984. São estórias em que todos nós nos revemos dada a frequência com que ocorrem em todas as escolas do país e do mundo.
O aluno que transgride e rebenta bombas de Carnaval, quando era formalmente proibido, situações vividas num Conselho Pedagógico, alunos que se embriagam e que são apanhados, professores que são alvo de queixa dos pais — tudo isto são situações que, analisadas sobre um prisma sociológico, servem de casos de estudo e nos desafiam a encontrar talvez soluções diferentes daquelas que foram tomadas.
O texto faz parte da nossa memória, de nós que vivemos os momentos e de todos os que se revêm nas peripécias que se vão desenrolando ao longo das páginas deste Memórias de um Conselho Diretivo.