Em que condições a ecologia poderia, em vez de ser um conjunto de movimentos entre outros, organizar a política em torno de si?
Poderá aspirar a definir o horizonte político como fizeram, em outros períodos, o liberalismo, depois os socialismos, o neoliberalismo e, mais recentemente, os partidos iliberais ou neofascistas, cuja ascendência continua a crescer?
Poderá aprender com a história social como surgem novos movimentos políticos e como vencem a luta pelas ideias muito antes de poderem traduzir os seus avanços em partidos e eleições?
Sumário
I - Lutas de classes e lutas de classificação, 11
II - Uma prodigiosa extensão do materialismo, 20
III - A grande inversão, 30
IV - Uma classe novamente legítima, 39
V - Um desalinhamento dos afectos, 46
VI - Um outro sentido da história num outro cosmo, 56
VII - A classe ecológica é potencialmente maioritária, 65
VIII - A indispensável e por demais abandonada luta pelas ideias, 75
IX - Conquistar o poder, mas qual?, 86
X - Preencher por baixo o vazio do espaço público, 97
Posfácio da tradução inglesa - Será a ecologia sempre política, como tem sido?, 113