No silêncio que se reinstalou no local, os cinco Allouettes III de transporte e o heli-canhão, alinhados numa das extremidades da placa, parecem tudo menos máquinas de guerra. Os homens que vão assaltar o quartel do PAIGC pousam no chão as armas e os equipamentos e fumam um último cigarro. A espaços, ouvem-se gracejos. Soam a falso, porque os homens não riem do que ouvem; riem para esconjurar pensamentos que os perturbam.