Numa busca incessante pela procura das origens do nosso fado, o autor segue o percurso das margens do mediterrâneo e encontra as raízes mais longínquas e cruzadas entre povos tão díspares e tão próximos como os turcos, os ciganos, os gregos, os portugueses, entre outros.
O mar das guitarras é, também, a experiência de vida do autor, a experiência de viagens e de pessoas feita que, num pulsar de vida, busca o sentido da existência.