A meio caminho entre o livro e a publicação periódica, uma revista literária é uma testemunha do seu tempo.
Um testemunho oblíquo. Menos imediato do que um jornal. Mais frágil do que um livro.
A Mamute, que agora renasce, evita a ficção porque, como escreveu J. G. Ballard, "a ficção já aí está; a tarefa do escritor é inventar a realidade".