No ano em que se comemora o quarto centenário da canonização da Rainha Dona Isabel de Aragão (1270-1336), os autores deste livro pretendem revisitar o manuscrito quinhentista, cópia da hagiografia medieval da rainha, conservado no Museu Nacional de Machado de Castro e o mais antigo desta natureza que chegou até nós.
Para além do fac-símile e da transcrição integral do texto, procurou-se, na multiplicidade de saberes convocados, alcançar resultados de significativa importância do ponto de vista historiográfico, paleográfico-diplomático e codicológico.
Merece, ainda, destaque o estudo das iluminuras, acrescentadas em 1592, bem como os apontamentos de natureza teológica e juscanónica sobre a santidade que antecedem a Indexação.