«…não apenas um vocabulário possível nas humanidades ambientais, mas um espaço de experimentação conceptual e sensível, de vidas reais e imaginadas. Um campo onde as palavras mais do que nomear, operam, abrindo fendas, gerando correntes, tornando visíveis modos diversos de pensar e de estar. Um campo onde nada subsiste em isolamento: tudo se enlaça, tudo ressoa, tudo é relação. »
Ana Cristina Roque e Cristina Brito