Se há algo que me apaixona tanto como desenhar é viajar. Então, encho um caderno de desenhos e gatafunhos, de gamas de cores e palavras que descrevem, dia a dia, a viagem. Assim posso recordá-la para sempre. Quando estou muito cansada de viajar ou de desenhar, aproximo-me da natureza e ato às árvores, às pedras e às ondas esse fio invisível que nos une ao essencial. Então aparecem novas paisagens, por dentro e por fora, que me inspiram para voltar a pegar nos lápis.(...)