João Queiroz: A abstracção tem muito aquela tendência para criar objectos. Objectos que saem, para nós, da parede. Não faz essa coisa de entrar lá dentro. E eu gosto que o espectador entre lá dentro. Que tenha essa coisa de ter um alto e um baixo. Uma esquerda e uma direita. E uma profundidade. […] eu prefiro ainda o quadro-janela.