Nunca as minhas mãos folhearam páginas intermináveis de romances, estórias ou outras banalidades que mais não fazem do que reter o precioso tempo na estagnação absurda de nada fazer. Nunca o meu cérebro se ocupou de nada que não tivesse um objectivo, uma consequência, num pragmatismo que, invejavelmente, me alcandorou a patamares inimagináveis para alguém da minha idade.