Temos perante nós um aliciante desafio de leitura. De leituras. Em primeiro lugar uma leitura histórica que completa um exaustivo e dedicado trabalho de investigação levado a cabo por Francisco Goulão. Trata-se de uma leitura histórica que nos orienta para a compreensão de como foi possível reavivar a formação de professores em Castelo Branco, depois de um tempo de recuo que só uma mesquinha estratégia política justificou, contrariando a efectiva expansão que tal formação conheceu no início do século XX.