Temos aqui um notável exercício de reconstituição histórica e etnográfica sobre a figura do famoso chefe moçambicano da segunda metade do século XIX.
Quem foi Gungunhana no decurso do tempo, que hábitos tinha o seu povo, como dominava a terra conquistada, a que crenças se entregava, como decorria a sua vida diária, que filhos deixou, que mulheres teve, etc. Essa visão, próxima da complexidade da vida e da verdade, foi o que a autora procurou na sua investigação.