Guli-guli, sou filho, na mão do pai: agora. A mamã barriga aberta, todo mim, uã-uã, bichinho danado a acordar a luz. Mas depois era assim, tinha os meses que o tempo passou quando sucedeu o simples... A mamã começou nas semanas a sarar dois pontos depois outros até ficar igual como era antiga. O papá embarcou capitão como sempre o barco no rio, trabalhava o normal: o peixe que então se comeu.
O avô ficara no mar um dia, também pescador, à foz do rio, um tal que eu não sei, viu mesmo com os olhos da terra, um peixe enorme quase lula a comê-lo para sempre. Outros dizem que a verdade é outra: nunca soube e crer não é mesmo aquilo em que nós acreditamos?