«O que une um falsário do século XVIII, que copiou as notas do Erário Régio, uma dona de um bordel, que legou parte da sua fortuna aos pobres, mas que que não foi tomada em conta quando se abriram as suas disposições testamentárias, e três artistas com dificuldades em verem reconhecidos o seu talento? A insanidade mental, que através das tetas da Nação tem alimentado os medíocres. Político, poético e frontal, com gravidade e humor, um livro de um escritor sem medo.»
Manuel da Silva Ramos