Bertrand.pt - Flor de um Dia

Flor de um Dia

de Aurélio Porto 

Editor: Edições Sempre-em-Pé
Edição ou reimpressão: setembro de 2009
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Escritores há que enriqueceriam a nossa literatura e no entanto são desconhecidos ou quase desconhecidos, tendo-se mantido, ou mantendo-se ainda, inéditos ou praticamente inéditos durante décadas.

E no entanto ouvir-se-ia em alguns deles uma voz interessante, talvez original, ou uma variação com algo de próprio, portadores que são por vezes de uma nota que só eles fizeram vibrar, capaz de trazer algo de positivo ao já amplo espectro intelectual e emotivo da língua.

O editor julga ser esse o caso de Aurélio Porto, nascido em 1945, que, na colectânea Flor de Um Dia, com os seus 28 livros ou plaquetes, ou secções, ou capítulos, acaba de reunir em volume cerca de cinco décadas de poesia inédita, ou, quando não, quase confidencial.

O autor passou as cinco décadas da sua escrita poética absorvido por diversos afazeres e profissões, em diversos continentes, países, e lugares, e não tivera até há pouco nem tempo nem disponibilidade para as complexas exigências da organização de um volume de quase 600 páginas, com mais de 1100 poemas, e, sobretudo, para o acesso ao mundo editorial.

Encontrou então na colecção Galáxia, que acolhe obras inéditas ou publicadas completas ou agrupamentos de obras de um só autor, o lugar onde tirar da gaveta escritos que se iniciam por volta de 1961 e chegam a 2005-2006, antes de finalmente verem a luz do prelo em Maio de 2009.

Os temas são os mais comuns e os mais permanentes, a alegria, a tristeza, o amor, a morte, e sobretudo a vida, a viagem no espaço e no tempo e a viagem fora deles, mas também alguns mais invulgares, a filosofia através da poesia (ou será o contrário?), o sentimento da natureza e da destruição dela, a dimensão cósmica, humana e desumana, a mentira da guerra e a impotência da paz, a solidão e a multidão, a fraternidade, a amizade, mas também a catástrofe e a barbárie.

As linguagens presentes no volume são todas de hoje, mas vão desde as antigas, o terceto, o soneto, a elegia, a canção, o epigrama, a quadra popular, a outras mais recentes, o verso livre, longo, curto, o longo poema de uma estrofe única, a multiplicidade combinatória de poemas curtíssimos, tercetos, dísticos, inscrições.

Excertos
Breves

Às portas da cidade mais detritos ainda.
Mas já a terra, a piteira, a levada em ruínas.

Branco loendro, loendro rosa, penumbra e sol.
Despedida.

Rosas no jardim, brancas, rubras, matizadas.
Abertas. E a casa cerrada.

Oscila a cortina, o belo rosto foge.
Quero o mundo, mas não a ti.

Flor de um Dia
ISBN: 9789728870201 Ano de edição ou reimpressão: Editor: Edições Sempre-em-Pé Idioma: Português Dimensões: 151 x 225 x 35 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 572 Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Literatura  >  Poesia

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