A Banda de Alegrete sempre exerceu, em mim, um fascínio que não consigo explicar. Apesar de fisicamente ausente, mantive-me ligado à minha Filarmónica, nos momentos de exaltação e especialmente nos momentos de dificuldades. Sempre disponível, ajudei quando necessário, nas mais variadas circunstâncias: reforcei, em diversos momentos, como executante; colaborei na administração; participei na Escola de Música, nos últimos vinte anos; exerci funções nos corpos sociais durante cerca de dezanove anos.