«Pensar a literatura como um poderoso meio de encontrar sentido para a existência é algo reconfortante e simultaneamente sugestivo de como a nossa vivência empírica é reduzida face às múltiplas possibilidades que se lhe oferecem. A literatura permite, não só ampliar o fluxo experiencial, como questionar, imaginar e seleccionar itinerários. E, no entanto, um dos seus mais interessantes atributos é a permanência - quando toma a forma de livro - e, simultaneamente, a temporalidade.
(...) Dedicamos este número 49 da revista Faces de Eva a Marguerite Duras, e com isso celebramos a literatura enquanto modalidade de expressão estética do mundo e da sua interrogação permanente.»
Da Nota de Abertura