Antes de mais cumprimentar quem lê na importância de que o que não é lido, nunca será sabido. E existem estórias que, pela memória dos factos e pela natureza dos atos, merecem ser contadas.
Num raramente especificar de datas ou marcos históricos relevantes, quero falar-vos do meu amigo Gervásio, pessoa de muitas artes e partes engraçadas que lhe sorriam sem saber como. Pessoa normal que, pelo seu viver natural, tinha o dom de nem sempre o seu tom conjugar com a cantiga tida em caminho sorte. Num falar de si, há que afirmar descendência sua família humilde e parcos recursos, onde toda a dinâmica familiar era rigorosamente gerida.