É um livro do fim-dos-tempos, mas de transmissão, limpo, saudável e lúcido. O escritor decidiu, neste seu escrito de estórias, testemunhar vários tempos, tradições, caracteres e sentimentos. Este livro foi escrito para esta humanidade padronizada em apego, incertezas, solidão, modismos ou consumos, mas arredada do coração e que de forma ingrata deixou de olhar para o céu adivinhando. «Obrigado, Universo», escreve J. Guilherme. Atente-se que os títulos das estórias convidam os homens à evolução e conhecimento. Relembram-nos de que o aborígene, nos anos 70, estava preocupado com a invasão, a estória de Tarkan, o homem-lobo do povo Tuva ou a estória de inspiração Celta, Aliad, são estórias quânticas. Órion viajava em pensamento, os sufis, a partir de um momento fraterno, conseguiram projeções holográficas. O mundo é tudo, é um todo.
Terminando diria, no seguimento de citação de Emoto neste livro, vamos acordar com estas (e outras) estórias, pois é hora de a consciência emergir.