Quantas vezes, um acontecimento breve, um encontro, uma mágoa, uma perda, não marca as nossas vidas, para sempre? Quem não guardou, do passado, um momento crítico, irrecuperável, doloroso, que fica, eternamente a latejar, qual ferida que não sara nunca? São as nossas escolhas que desenham o que nos vai decorando a alma.
Isabel e os que a rodeiam levam-nos numa viagem que se prolonga por algumas décadas, com início em 1988, plena de escolhas, perdas e vitórias, sentimentos dúbios e preconceito; um percurso que cruza a adolescência e se prolonga até à idade madura e a que não falta amor, sexo, doença, desilusão e esperança, numa trama despretensiosa que conta a história de uma geração, com as escolhas como pano de fundo.
Porque todos temos de escolher, mais tarde ou mais cedo, queiramos ou não.