Segundo a Escola Austríaca, da qual Jesús Huerta de Soto é um proeminente representante, deve-se limitar ao máximo o nacionalismo monetário, e restringir o mais possível as políticas inflacionárias de expansão creditícia, disciplinando os agentes económicos, políticos e sociais e, em especial, os sindicatos e outros grupos de pressão, os políticos e os bancos centrais. Em torno deste conceito este brilhante Em Defesa do Euro, mostra o caminho a seguir por uma Europa perdida em contradições políticas e económicas.