"(…) De algum modo, na história do conhecimento e no debate quanto aos seus modos de produção, este estudo vai em contracorrente, na tentativa de resistência à perda de humanidade que os movimentos dominantes de mercantilização, próprios das visões economicistas preponderantes, tendem a fazer alastrar, procurando uma outra consciência e outras formas mais solidárias de ser, de aprender, de pensar, de construir e de produzir conhecimento. (...)"
Idália Sá-Chaves