Souto de Moura descreve a sua habitação como uma toca, o último layer da arquitetura. Um espaço banal que o arquiteto vai construindo ao longo do tempo, onde assumem um papel essencial os quadros, os livros e as memórias de viagens, mas também os objetos que traz no bolso e que, diariamente, deposita na sua mezinha de apoio, junto do sofá.