A complexidade da vida humana, no seu constante deambular em busca da felicidade, confronta-nos, amiudadas vezes, com variadíssimos desafios. (…) O que verdadeiramente nos distingue uns dos outros é a diferente postura que cada um vai assumindo perante os mesmos, ora tentando superá-los de uma forma mais ou menos emotiva, mais ou menos racional, mas sempre digna, com respeito pelos mais elementares valores e sentimentos alheios; ora deixando-nos mergulhar num certo laxismo, soçobrando a eventuais concepções pré-deterministas que, naturalmente, a condicionam; ora enveredando pelos caminhos obscuros da vingança, que em nada dignificam quem os segue e donde nada resulta senão infelicidade.
E Agora? leva-nos a ter de traçar, no palco dramático da nossa existência, um novo rumo, a cada encruzilhada, onde a sobranceria, a indiferença, a crença, o preconceito, o trauma, a tenacidade, a humildade, a razão, a solidariedade, a esperança e o amor marcam encontro e se digladiam.