Considera-se um amante nítido do Douro e da escrita de carácter humanista que tenta conciliar em todas as suas palavras. Sente Miguel Torga como um brasão da poesia. Os poemas aqui publicados são uma franja nua de preconceitos dum universo fantasioso só seu, vestido de sentimentos tão profundos quanto reais.
Sempre disse entre amigos que jamais publicará os seus melhores poemas, porque esses não os escreve, vive-os!
O autor abdica das suas comissões desta edição a favor do Serviço de pediatria do IPO-Porto na luta contra o cancro.