Blaise Cendrars parece ter razão, Guillaume Apollinaire por aí anda. Foi 1918 o ano da sua morte física - cem anos antes, o planeta Vénus eclipsava Marte num raríssimo fenómeno astral. Estariam a preparar-se tempos de intensos amores? Talvez, porque Lord Byron, todo ele romantismo, todo ele fúria de sentimentos, molhava na tinta a sua pena para arranhar no papel as primeiras ottavas rimas do extenso e inacabado poema Don Juan.
E assim foi; e assim continuará a ser.