A promoção de fábricas criativas constituise como um reflexo das estratégias usadas
para enfrentar o desafio das recentes
transformações produtivas vividas a
ocidente.
No norte do país, uma antiga
fábrica têxtil fortemente enraizada na
memória coletiva local experimentou estas
mudanças, no âmbito do desenvolvimento
das designadas indústrias criativas e das
lógicas de patrimonialização, integradas
em programas de financiamento europeu.
Partindo da recolha de histórias de vida
laborais de antigos trabalhadores, bem
como de designers e gestores ligados
à segunda vida da fábrica, este livro
propõe uma etnografia do processo de
desindustrialização em Portugal.