Mário Tiago Paixão (Lisboa, 1982) é escritor e professor universitário.
Estudou Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa e, depois, partiu para Paris, onde trabalhou como Assistente de Português na Academia de Versalhes e aprendeu o ofício de estrangeiro. Vive hoje em Ancara, cidade onde o idioma se tornou também uma casa. Aí, leciona e coordena os Estudos Portugueses na Universidade de Ancara, ao serviço do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., e é responsável pelos projetos culturais da Embaixada de Portugal na Turquia.
É autor de quatro livros de poesia. A sua escrita interroga o gesto e o limite, o modo como a linguagem se transforma em corpo e o corpo em ausência. Entre a luz e o erro, constrói uma voz de lucidez inquieta, onde cada palavra parece procurar o seu silêncio. Publicado em Portugal, Turquia, Brasil e Itália, tem presença em diversas revistas e antologias literárias.
Do Corpo ao Algoritmo, da Planta ao Relógio, vencedor do Prémio de Poesia Oxalá 2025, é o seu mais recente trabalho poético.
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