Um jovem alferes escreve o seu diário, na Guiné, nos últimos
anos de combate, entre 1972 e 1974. É o dia a dia da guerra na
Guiné, amargo, sofrido, quase asfixiante e brutal. É um
quotidiano, também carregado de ironia, onde transparece o
aproveitar dos simples prazeres da vida, mesmo em situações de
extrema violência e crueldade. Um livro de afectos e de dramas,
mas também um livro com uma carga política. E se, afinal, a
Guerra na Guiné não estivesse perdida? E se a Guerra tivesse
sido perdida em Portugal, na rectaguarda, e não na frente de
combate?