O autor encontra-se com os seus cinco netos numa clareira do mesmo Bosque das Estórias, onde em criança corria, jogava às escondidas, esfolava os joelhos, perseguia borboletas e se divertia a assustar sapos e lagartos. Agora, porém, move-o uma urgência diferente: a de explicar aos netos - jovens entre os 10 e 15 anos - porque razão a Terra se zanga, altera violentamente o clima e ameaça o nosso futuro. (JOSÉ MATOS)
No Bosque das Estórias, este avô tem sabedoria e arte para criar, nos netos, o gosto pelo saber, o que está bem patente na imensa curiosidade demonstrada pelas crianças, que não param de fazer as mais diversas perguntas, numa sábia pedagogia que valoriza a obra do professor Jorge Araújo. (ANTÓNIO GALOPIM DE CARVALHO)
O livro apresenta uma visão multidisciplinar integrada de um dos principais desafios actuais da humanidade. Esta multidisciplinaridade é fundamental para se poder compreender a complexidade do problema das alterações climáticas e das soluções. (FILIPE DUARTE SANTOS)
É nesta senda do que de melhor tem sido produzido em comunicação da ciência para públicos juvenis que Jorge Araújo consegue dar-nos um exemplo de pedagogia para o "pensar cientificamente", ou seja, para a educação de mentes racionais, críticas e informadas com lucidez. (LUÍSA SCHMIDT)