Em 1976, Manuel Sérgio publicava uma obra que respirava o espírito do tempo, com o título Desporto e Democracia. no quadro de uma teoria crítica da modernidade, num momento histórico de transições, Manuel Sérgio pensa as dimensões míticas do desporto, criticando o que nele possa ser alienação ou unidimensionalidade: «O desporto surge, nos dias que passam, como uma das formas sócio-históricas do vasto movimento humanista».
A comemoração do cinquentenário da Revolução dos Cravos é uma oportunidade para recolocar esta visão humanista do desporto.