Textos de autor-actor; lê-los é um prazer inteligente.
in «Cartaz» (Expresso) em 20/07/2002
São textos dispersos, alguns publicados, outros inéditos, reflexões sobre o trabalho do actor, a arte do teatro ou só a vida, escritos no tom avisado, cintilante, a que Jorge Silva Melo nos habituou. (...) O que está em «Deixar a Vida» (...) é prosa que gostamos de ler e penetrar pelos próprios ritmos internos , pelo peso e pelas cadências, uma literatura que não se assume mas se pratica. É um daqueles livros que corre o risco de passar sem destaque, que os especialistas consultarão em bibliotecas, como se a sua essência fosse humilde e simplesmente recolectora. E não é.
Jorge Leitão Ramos in «Cartaz» (Expresso) em 19/10/2002