Os textos de Jacques Rancière (1940), Democracia estética, de Chantal Mouffe (1943), Democracia agonística e práticas culturais, e de Paulo Pires do Vale (1973), Uma questão de estilo: cultura e democracia, contidos neste livro, tal como a Carta do Porto Santo, de 2021, e a Adenda dos Jovens à Carta do Porto Santo — Caldas da Rainha/Loulé, finalizada em 2025 (estas acessíveis online), são um apoio conceptual e propositivo para pensarmos juntos, enquanto comunidade, a melhor forma de convocar o maior número a participar da cultura de todos.
Para reconhecer os cidadãos como agentes culturais, capazes de terem um papel crucial no seu desenvolvimento.