Quando António Costa, depois de perder as eleições em 2015, se aliou à esquerda totalitária para conquistar e manter o poder, o País entrou num período de reversão de todas as medidas positivas impostas pela Troika, de alargamento do poder hegemónico do Estado, de degradação acentuada dos serviços públicos e de afirmação do Partido Socialista como partido-charneira do regime.
Estas são crónicas de resistência a essa longa noite.