As 'crianças de ninguém', protagonistas destas páginas, são chamadas por muitos de desajustadas, psicopatas, viciadas, marginalizadas, delinqüentes,
subprodutos do desenvolvimento. Para que a análise supere a simples caricatura, dever-se-ia perguntar - 'marginalizadas' em relação a quê? Esta obra
tem como objetivo compreender e encontrar caminhos para evitar o abandono de nossas crianças, na busca de um futuro viável para todos e na ruptura
de padrões sociais e psicológicos que determinam a exclusão.