Num Portugal, numa Europa, num mundo em bancarrota financeira e política, com um desemprego revoltante e com tantos ódios, desesperos, desilusões, tragédias e comédias, muitos livros criticando ou prometendo sonhos se escreveram e venderam. Com este livro de poesia, o autor quer apenas que a partir do seu nada, do seu cantinho de silêncio e de beleza, cada qual possa ainda esperar por esse tudo que merece, "esse ar de primavera" a que o ser humano aspira.