Silvestre Chaul é um ciclista imaginário, que vive num mundo e num tempo imaginários, que podem ser já hoje, amanhã ou daqui a um século.
Ele tem uma versão dos factos.
Malamar é a mulher do ciclista que acaba presa e conta a sua própria versão.
E, pelo meio, conhecemos Barão Domingo, o mágico-Deus-santo-diabrete, que há-de levar a carta a Silvestre.
O quarto livro de Susana Martins é a história de um apocalipse a acontecer sem data, sem lugar, acompanhada por uma carta de amor com poemas lá dentro.