Akhila é uma mulher de quarente e cinco anos, solteira, empregada nas Finanças, a quem nunca foi permitido viver a sua própria vida; foi sempre a filha, a irmã, a tia, o sustento. Até ao dia em que compra um bilhete de ida para a cidade de Kanyakumari, à beira-mar, heroicamente só pela primeira vez na vida e decidida a libertar-se de tudo o que lhe foi imposto. Na atmosfera íntima da carruagem para mulheres, Akhila penetra nos momentos mais privados das suas vidas, procurando neles a solução para a pergunta que a acompanha desde sempre: poderá uma mulher ficar solteira e ser feliz, ou será que precisa de um homem para se sentir completa?