Como testemunha uma longa tradição de escritores, pensadores e artistas que Scott convoca nestas páginas cheias - de Santo Inácio de Loyola a Damon Albarn, passando por Baudelaire, Stevenson, Borges - caminhar é uma forma de meditação estética e filosófica, de imaginação literária e política; uma forma de escrita e leitura em movimento que nos ajuda a decifrar o mundo que nos rodeia e também a nós próprios.