«Tantos anos volvidos desde meados da década de 70, muitas viagens depois (e a viagem foi sempre húmus para estas três escritas), Bicho-da-seda apresenta-se como um novo reencontro poético. De três vozes distintas, é certo - pois cada uma seguiria seu rumo -, mas unidas, no passado, por circunstancialismos histórico-culturais e algumas influências comuns, e sobretudo por uma cumplicidade, uma amizade, e uma vivência da poesia que resistem às vicissitudes do tempo.»
Ana Luísa Ferreri (excerto do posfácio)