Em 1750, um grupo de franciscanos parte de Lisboa, em missão oficial, com destino a Roma. Os dias, as dificuldades, os momentos de descanso, tudo é objeto de observação e registo no Diário, pela mão de Frei Joaquim de S. José.
O manuscrito, que não havia despertado a atenção suficiente até ao presente, é rico em informação e consegue transportar-nos bem para o centro de algumas problemáticas do século XVIII.