«Escolhemos estes poemas, pois achamos que são os mais representativos da extensa obra poética de Guerra da Cal. Só ficou a necessidade de lembrarmos o que tem insistido nos prólogos dos seus livros e que tem sido combustível nas suas veias à hora de (sobre)viver, ser e fazer mundo. O sonho de uma Galiza livre e liberada no político, no geográfico e no linguístico. Galego, estadunidense, universal e reintegracionista, esse foi o seu caminho.»
Paulo Fernandes Mirás