Um livro escrito e pensado em defesa do passeio. o passeio como uma das belas artes, mas também como um gesto revolucionário: gratuito, improdutivo e, no entanto, ou talvez por tudo isso, transformador.
Escrito com carinho e uma linguagem tão bonita que se torna um refúgio de serenidade, demonstra que passeamos primeiro com a cabeça do que com os pés, num ato de caminhar que ajuda a descobrir-nos, a ligar nos ao que somos e estarmos atentos ao mundo.
Uma ode ao vaguear em tempos em que o percurso importa mais do que o destino.