Este babuíno de que se fala é só um homem. A história que vai ler é a mais triste de sempre. A mais comum, talvez a sua. A geração das angústias, o trânsito pelos sentimentos crus de um homem, de um babuíno, e da sua apaixonada e carente mulher. Há conclusões a que esse homem só poderia chegar aqui, já morto, no fim deste livro que, de tão maldoso, aqui mesmo acaba. Porque a inocência da maldade jamais deixará algo começar.