Sob a fachada dos seus monumentos, edifícios, ruas e jardins, o Porto guarda vestígios do violento passado colonial português. A memória e o trauma estão latentes por toda a cidade, mas permanecem ocultos e inquestionados.
Paulo Moreira, o editor deste número de Alter-, em conjunto com Lara Isa Costa Ferreira, Nuno Coelho, Isabeli Santiago, Naky Gaglo e o InterStruct Collective fazem o levantamento crítico de espaços e experiências de tensão entre o discurso oficial do bom colonizador e a vivência quotidiana das pessoas não brancas.