Considerado uma peça de coleção para muitos leitores, o Almanaque Bertrand é um pedaço vivo da história da livraria mais antiga do mundo. Editado anualmente entre 1900 e 1971, voltou a ser publicado em 2011, após 40 anos de pausa, e desde então tem-se afirmado como objeto de culto e de memória.
A edição deste ano revisita o Verão Quente de 1975 — um dos períodos mais intensos e decisivos do pós-revolução. Com capa ilustrada por André Carrilho, inclui textos de João Céu e Silva e uma entrevista conjunta a Fernando Rosas e Irene Flunser Pimentel, numa reflexão profunda sobre os acontecimentos que moldaram o rumo da jovem democracia portuguesa.
Entre novidades e memória, não faltam os elementos que fazem do Almanaque Bertrand uma publicação única: efemérides, fases da Lua, estações do ano, mapa dos fusos horários, poemas, caricaturas, palavras cruzadas, contos, receitas — páginas que continuam a surpreender, ano após ano.
Descubra também as capas de todas as edições do Almanaque Bertrand, desde 1900, aqui: Almanaque Bertrand.